O Festival Varilux de Cinema Francês vai homenagear a atriz Sandrine Bonnaire com uma mostra de oito longas-metragens, dentre eles o aguardado “Xeque Mate” (Joueuse), de Caroline Bottaro (que estará presente também na seleção do festival). Musa dos diretores Pialat e Chabrol, Sandrine foi a atriz principal do filme Sob o sol de Satã vencedor da Palma de Ouro em Cannes. No total, serão exibidos sete longas de ficção (“A nous Amours”, “A Puritana”, “Mulheres Diabólicas”, “Poderá ser amor?”, “Sem teto nem lei”, “Senhorita”, além de “Xeque-Mate”) e um documentário dirigido pela própria Sandrine (“O nome dela é Sabine”).


A retrospectiva Bonnaire acontece dentro do Festival Varilux de Cinema Francês, de 8 a 16 de junho, nas cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo e, em seguida, parte em itinerância para Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Brasília e Goiânia. A mostra é uma realização do Institut Français, organismo encarregado da difusão da cultura francesa no mundo. O Brasil é o primeiro país onde será lançada a Mostra, que circulará no mundo inteiro. No Brasil, a Mostra é realizada pela Embaixada da França no Brasil, através do Serviço Audiovisual.


Sandrine Bonnaire, 44 anos,já participou de maisde 40 filmes.Sua carreira começou aos 16 anos de idade, em 1983, quando ela estrelou o filme “À nos amours”, de Maurice Pialat e ganhou o prêmio César de atriz mais promissora. Seu primeiro sucesso internacional veio em 1986, quando interpretou a personagem principal de “Vagabond”, dirigido por Agnès Varda, e foi novamente premiada com um César. Em 2004, Sandrine estrelou “Confidencias muito íntimas”, de Patrice Leconte, sucesso de bilheteria nos Estados Unidos.


Quatro anos após ter dirigido o documentário sobre a sua irmã, “O nome dela é Sabine”, Sandrine Bonnaire está terminando o seu primeiro filme de ficção, "J’enrage de son absence” que tem como ator principal, William Hurt, seu ex-marido.

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